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Palestra em Cuiabá vai mostrar como energia solar vai mudar sua forma de agir com a criação do cidadão prossumidor.

Palestra de abertura da 1ª Semana de Engenheiro Ambiental em Cuiabá (MT) focará no tema energia solar.  O Engenheiro Carlos Café falará sobre a criação do cidadão prossumidor de energia solar apresentando cenários e casos de sucesso implantados no Brasil e no mundo. A palestra acontecerá no dia 31/01 as 19h00 no Centro de Sustentabilidade SEBRAE.

Nos últimos anos o Studio Equinócio (Grupo AEVO) vem testando e avaliando as oportunidades da tecnologias, aplicações e armazenamento da energia solar em diferentes negócios. “ Acreditamos que o armazenamento de energia e sua interação com energia solar será um alicerce muito significativo que irá compor nossa rede energia limpa e inteligente e única capaz de atender de forma próspera às futuras demandas energéticas, econômicas e climáticas do planeta. Painéis solares combinados com baterias de energia e calor conectados com carros elétricos todos estes compartilhados e interativos entre si, está e nossa visão” , comenta Carlos Café, diretor do  Studio Equinócio, uma empresa do grupoAEVO.

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Há um desafio no caminho, entretanto, pois há uma série de obstáculos regulatórios e econômicos que poderiam limitar a generalização da utilização dos novos sistemas solares distribuídos e descentralizados de energia limpa se o tema geração distribuída e armazenamento não forem resolvidos a curto prazo no Brasil. Felizmente no mundo como um todo parece haver um consenso que está surgindo entre os analistas mais respeitados que a combinação de energia solar + sistema de armazenamento pode desempenhar um papel-chave na indústria de energia já nos próximos 10 anos. “ Nossa própria análise sugere que haverá mudanças com muitas etapas exponenciais no custo e inovação o que deve permitir ás tecnologias de energia solar com armazenamento estabelecerem seu lugar nas cidades, em nossas casas e negócios e até mesmo em nosso corpo, comenta Café.

Cabe destacar também que após o acordo sobre o clima em Paris, existe um claro sinal também de que tenhamos de nos mover ainda mais rapidamente em direção a um sistema de energia de baixo carbono.

As características das energias renováveis solares disponíveis e abundantes em qualquer local do planeta traz uma novidade aos cidadãos: gerar a própria energia e compartilha-la é possível em qualquer cantinho do planeta, algo impossível com outras fontes de energia: o Sol não tem dono e naturalmente é a forma mais barata e democrática de se produzir energia e matérias primas.

Neste momento é imprescindível que esforços eficazes sejam empenhados para a criação de um sistema de energia descentralizado, renovável e capaz de responder de forma flexível e confiável às suas características inerentes equilibrando a oferta e a demanda. A natureza altamente distribuída de energia solar em particular (que empodera todo cidadão à produzir sua energia onde a consome) cria um borrão na relação entre produtores, reguladores, distribuidores e consumidores de energia.  Este borrão deve se resolver rapidamente de modo que o Brasil e sua sociedade aproveite a imensa oportunidade de otimizar a economia solar tanto para investidores individuais como para o sistema de energia como um todo.  Oportunidades de negócios surgirão nos próximos anos: usinas coletivas ou comunitárias,  aluguel solar, integração solar à arquitetura, tecnologias solares disruptivas como painéis solares orgânicos,etc.

Para mais informações sobre o evento: https://www.facebook.com/aeammt/

As células solares sub cutâneas podem impulsionar marcapassos, estimuladores cerebrais e muito mais

Pesquisadores da Suíça realizaram o primeiro estudo para determinar a viabilidade de usar células solares implantadas subcutaneamente para alimentar os implantes médicos – neste caso,  marcapassos.  O estudo, intitulado “Harvesting by Subcutaneous Solar Cells: A Long-Term Study on Achievable Energy Output”, foi publicado nos  Anais de Engenharia de Energia Biomédica.

O estudo mostrou que uma célula solar de 3,6 centímetros quadrados pode gerar energia adequada para executar um marcapasso típico. De acordo com os resultados da pesquisa, as pequenas células solares monocristalinas (22% de eficiência) utilizadas no estudo foram capazes de gerar “muito mais” do que os típicos 5 a 10 microwatts que os marcapassos cardíacos típicos usam, Uma média de 12 microwatts. Outro potencial implante médico a ser alimentado usando essas células solares implantadas subcutaneamente poderia ser um estimulador cerebral.

Como as células solares disponíveis no mercado ainda não são destinadas à implantação os cientistas construíram esses dispositivos para cobrir as células solares com filtros ópticos que agem como pele para simular uma célula solar implantada subcutaneamente.

Potencial impacto no futuro dos dispositivos médicos alimentados por energia solar

O uso de células solares implantadas subcutaneamente poderá poupar os pacientes de terem que passar por procedimentos frequentes para mudar as baterias de seus dispositivos médicos implantados. “Os resultados deste estudo mostraram que as células solares implantadas subcutaneamente poderiam ser uma alternativa promissora às baterias primárias acrescentando que os resultados do estudo podem ser usados para estimar a energia gerada pelas células solares subcutâneas na vida cotidiana.

Quero saber mais : http://link.springer.com/article/10.1007%2Fs10439-016-1774-4

Mais de 128.000 casas na Califórnia instalaram usinas solares em 2016 e leis fortalecem mercado solar

Novos dados do programa Califórnia Solar Initiative (CSI) relataram que nos primeiros 10 meses de 2016, um total de 128.485 famílias californianas instalaram suas próprias usinas solares. O total sugere um total 2016 de mais de 154.000 novas casas solares no estado.

O sul da Califórnia é o atual campeão solar regional, sede dos cinco principais condados da Califórnia, com mais projetos residenciais instalados. Esses condados incluem: San Diego (90.722); Los Angeles (56 811); Riverside (51, 113); Laranja (37 075); E San Bernardino (33,887).

Hoje, os custos de energia solar na Califórnia são menores do que a eletricidade tradicional de empresas de energia elétrica. Ter um sistema de painel solar faz sentido econômico e se paga por si dentro de alguns anos.

A Califórnia é reconhecida como o líder para a energia solar. O estado gera bem mais de metade da capacidade solar elétrica dos Estados Unidos, em grande parte devido ao sol que recebe, mas também à comunidade e apoio governamental que recebe.

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Leis tornam obrigatória a instalação ou previsão da energia solar nos telhados residenciais e comerciais

O estado da Califórnia exigirá em breve que toda a construção residencial seja “energia zero ” até 2020 e que todas as novas construções comerciais sejam “energia zero” até 2030. Isso exigirá que a legislação inclua estratégias avançadas de eficiência energética e energias renováveis. Vários municípios da Califórnia já começaram a agir.

A tendência de ação é exigir que os sistemas de energia solar no telhado sejam construídos em todos os novos edifícios – residenciais e comerciais. Esta ação visa capitalizar a queda do custo da energia solar. Com os prazos para esses ambiciosos objetivos de energia do estado em vista, mais e mais cidades estão ativamente juntando a causa.

Cidades da Califórnia que exigem painéis solares no telhado

2008 – Culver City

2013 – Lancaster e Sebastopol

2016 – São Francisco e Santa Monica

A lei em São Francisco requer painéis fotovoltaicos e de água quente solar em todos os novos edifícios residenciais e comerciais com até 10 andares de altura. A portaria observa que a instalação de painéis solares no momento da construção é mais barata e mais fácil para os desenvolvedores do que adicioná-los mais tarde.

Santa Monica parece ter alguns dos requisitos mais rigorosos ainda. As habitações multifamiliares e edifícios não residenciais, incluindo hotéis e motéis, são obrigados a instalar um sistema de energia solar com uma potência total mínima de duas vezes a metragem quadrada do edifício. Por exemplo, um prédio de 4 andares com 10 mil pés quadrados precisaria de um sistema de 20 quilowatts. A única exceção à exigência do painel solar é se for tecnicamente inviável devido à falta de áreas disponíveis e / ou não sombreadas.

Enquanto o custo inicial em edifícios comerciais é estimado para aumentar em 0,75%, os painéis solares irão reduzir os custos de longo prazo de eletricidade em uma média de 11%.

San Mateo é a próxima cidade da CA com planos para incentivar solar em todas as novas propriedades residenciais e não residenciais. A Câmara Municipal aprovou a atualização de seu código de construção em maio de 2016. Com isso San Mateo exigiria que os desenvolvedores incorporassem uma série de características, como painéis solares, telhados frios e infra-estrutura de carregamento de veículos elétricos. Outros requisitos (por estrutura) incluem:

Novas residências unifamiliares – pelo menos um sistema fotovoltaico de 1 kW

Edifícios multifamiliares com entre três e 16 unidades – pelo menos um sistema de 2 kW

Edifícios multifamiliares com 17 ou mais unidades – pelo menos um sistema de 3 kW

Edifícios não residenciais com menos de 10.000 pés quadrados – pelo menos um sistema de 3 kW

Edifícios não residenciais com mais de 10.000 pés quadrados – pelo menos um sistema de 5 kW

Como alternativa, os desenvolvedores em qualquer projeto de construção nova poderiam fornecem um sistema de água quente solar com desempenho e características também pré definidos.

Os requisitos são rentáveis e não representam um encargo excessivo para os construtores. Felizmente, o preço decrescente dos painéis solares tornou mais fácil a incorporação destas tecnologias.

Em áreas que ainda não exigiram o telhado solar, a lei estadual exige que 15% dos telhados em todos os novos prédios pequenos e médios sejam “prontos para uso solar” – o que significa que o telhado não está sombreado pelo próprio edifício proposto e está livre de obstáculos.

 

 

Curso de Energia Solar Fotovoltaica chega a Cuiabá dando início à RotaSolar 2017.

Abertura de novo modelo de negócio, novo mercado de trabalho, vantagens econômicas e benefícios ambientais são alguns dos benefícios com o crescimento exponencial do mercado de energia solar no estado de Mato Grosso.  Curso sobre a microgeração solar fotovoltaica tem inscrições abertas.

 A Academia Solar, empresa de soluções e serviços de engenharia e conhecimento, realizará entre os dias 31 de janeiro e 03 de fevereiro o curso de projetos de sistemas solares de microgeração fotovoltaica em Cuiabá. O Estado de Mato Grosso já ocupa a 14º posição no ranking da geração no Brasil, proporcionando uma economia anual aos consumidores da ordem de 2,5 milhões de reais. Com carga horária de 20 horas o curso é direcionado a engenheiros, arquitetos, profissionais da área de manutenção e instalação, entre outros interessados O objetivo é oferecer aos participantes, ferramentas, conceitos técnicos e comerciais necessários para elaboração de projetos, comercialização, instalação e manutenção de usinas solares. O curso acontecerá no Centro de sustentabilidade do SEBRAE Cuiabá – MT.

Para o Engº Carlos Faria, mais conhecido como Café, instrutor da Academia Solar, “este é o melhor momento para se estruturar a força de trabalho profissional do setor de energia solar que exigirá o emprego intensivo de mão de obra qualificada e criará muitas empresas novas e colaborativas em todo estado. É o momento do prossumidor, que são os produtores consumidores de energia e da geração distribuída, um dos pilares na nova revolução industrial em curso”.

A cidade de Cuiabá é a primeira a receber a RotaSolar 2017. Ao longo do ano a Academia Solar deve percorrer no mínimo 12 cidades no Brasil oferecendo o treinamento. O curso conta com o apoio das entidades Sebrae Sustentabilidade, Sinduscon MT e AEAM – Associação dos Engenheiros Ambientais do Mato Grosso e da ABGD-Assoc. Brasileira de Geração Distribuída.

 

Sobre o mercado de energia solar fotovoltaica no Mato Grosso

Desde 2012, quando entrou em vigor a Resolução Normativa (RN) 482/2012 da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), tem se aberto portas para a Geração Distribuída (GD) de energia no Brasil, o consumidor pode gerar sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis, e, fornecer o excedente para a rede de distribuição de sua localidade. Por meio da revisão da RN 687/2015 ampliaram-se as opções de geração solar por meio de usinas coletivas.

O Mato Grosso registra atualmente 120 unidades consumidoras que já possuem suas usinas solares instaladas, o que coloca o estado em 14º posição no país. A capacidade solar acumulada no estado é da ordem de 2240 kW ( quilowatts) que tem uma capacidade de produzir 3,5 milhões quilowatts hora de energia elétrica por ano, calcula Carlos Café.  Fazendo uma conta simples, se considerarmos que cada quilowatt hora custa R$ 0,70 centavos, no primeiro ano a economia financeira destes consumidores é maior que 2,5 milhões de reais.

Com uma manutenção de baixo custo, mas, que precisa ser qualificada, uma usina solar deverá durar pelo menos 25 anos produzindo energia limpa, o que já justifica o investimento na tecnologia. Se tornar um prossumidor de energia (termo usado para consumidores produtores de energia) é rentável, já pelo simples fato de uma usina solar se pagar com o que economiza, o que em geral acontece num período de 4 a 8 anos.

Apesar do mercado ser muito jovem, ele se comporta de forma exponencial, em menos de 05 anos devemos sair de pouco mais de 7.000 telhados solares no Brasil para mais de 1 milhão de telhados solares, finaliza Carlos Café.

Especialistas estimam que para atingir o potencial e a capacidade projetada pela Aneel serão necessários investimentos de 15 bilhões a 20 bilhões de reais – o que desperta e cria um novo e enorme mercado para negócios no setor.

 

Sobre o Curso

Como pensar, dimensionar, simular, instalar e cuidar de sistemas de energia solar fotovoltaica? Quais os resultados econômicos e ambientais de cada projeto? No curso, os alunos serão desafiados a compartilhar suas experiências construindo um conhecimento colaborativo em um novo mercado que cresce exponencialmente em todo planeta. A abordagem do curso é inovadora e baseada em temas importantes como projetar uma instalação de microgeração solar fotovoltaica conectada à rede e suas interações com planejamento e integração às diferentes edificações e instalações prediais. O curso tem por objetivo oferecer aos participantes ferramentas completas e conceitos técnicos e comerciais teóricos e práticos, necessárias para elaboração, precificação, instalação e manutenção de projetos de sistemas de micro geração solar fotovoltaica.

A adesão ao modelo de geração distribuída tem crescido exponencialmente nos últimos dois anos. As inovações tecnológicas e de negócios, bem como, as regulamentações serão abordadas sob vários aspectos como exigências técnicas, procedimento de ligação, compensação e normatização.

Ao final do curso, o participante receberá certificado reconhecido pelo mercado nacional. Os investimentos são da ordem de R$ 800,00 (oitocentos reais) e R$ 650,00 (seiscentos e cinquenta reais) para Estudantes e associados do Sinduscon e AEAM,  estes, mediante a aprovação após apresentação de comprovante que devem ser enviados à central de inscrições, que podem ser realizadas no site: https://studioequinocio.com.br/cursos/. A programação completa está disponível no mesmo link.

As inscrições para o curso já estão abertas e podem ser realizadas pelo link com formas de pagamento facilitadas:

Local: Centro de Sustentabilidade SEBRAE – Rua Cinco, 144

Centro Político Administrativo, Cuiabá

Data: 31/01//17 a 03/02/17 (terça a sexta)

Horários: 08h00 às 13h00

Mais informações sobre o curso, inscrições no e-mail contato@studioequinocio.com.br ou academiasolar@studioequinocio.com.br e telefones/ WhatsApp (31) 98308-9623 / (11) 38533244 / (27)3025-1200

 

Academia Solar traz oportunidades e experiência

A Academia Solar atua no mercado de capacitação no Brasil há mais de 15 anos oferecendo e desenvolvendo conteúdos que se aprimoram com a evolução dos mercados de energia solar no Brasil.

O grande diferencial da Academia Solar é a conexão de pilares tecnológicos, de mercado e de engenharia em uma didática de ensino que permite aos alunos uma constante evolução técnica e conceitual. Contamos com um grupo de mais de 1000 alunos que se conectam em nossas redes sociais e compartilham experiências por todo país, comenta Café.

A Academia Solar faz parte do Grupo AEVO, formado por empresas coligadas se unindo ao Studio Equinócio, Agência Renova, Kane Solar, Northsol e FotonEnergia com atuação no Brasil, América Latina e Caribe oferecendo soluções e tecnologias inovadoras e colaborativas na área de energia renovável e eficiência energética. Possuem escritórios em Belo Horizonte, São Paulo, Vitória, Montes Claros e Rio de Janeiro.

O instrutor da Academia Solar, Carlos Café traz na bagagem experiência de 15 anos em projetos e instalações de energia solar no Brasil e Américas Latina e Central e é o atual diretor de Capacitação da ABGD, Assoc. Brasileira de Geração Distribuída.

A ABGD vem desenvolvendo em conjunto com outras entidades do Brasil um amplo programa de certificação de profissionais do setor solar fotovoltaico o que criará uma base ainda mais sólida para o crescimento exponencial dos telhados solares no Brasil, comenta Café.

 Como funciona o mercado de energia solar fotovoltaica?

Quando da utilização da microgeração de energia elétrica, a quantidade de energia gerada por um cidadão ou empresa em determinado mês for superior à consumida naquele período, o consumidor ficará com créditos que podem ser utilizados para diminuir a fatura dos meses seguintes, e, a validade para o uso é de 5 anos.

Os créditos de energia gerados pelos prossumidores podem ser usados também para abater o consumo de unidades consumidoras do mesmo titular situadas em outro local, desde que, na área de atendimento de uma mesma distribuidora, está prática é chamado de “autoconsumo remoto”.

Uma das inovações possíveis diz respeito à possibilidade de instalação de geração distribuída em condomínios de edifícios com vários consumidores, pois, agora a energia gerada poderá ser repartida entre os moradores em porcentagens definidas pelos próprios consumidores.

Ainda, mais inovadora, é a proposta que cria a figura da “geração compartilhada”, possibilitando que diversos interessados se unam em um consórcio, associação, empresa ou em uma cooperativa e instalem uma usina solar de micro ou mini geração distribuída e utilizem a energia gerada para redução das faturas dos consorciados ou cooperados. “Este modelo nós chamamos popularmente de usinas solares coletivas e permitirá a união de famílias, amigos e cooperados investirem nas suas próprias usinas solares comunitárias. É o momento ideal para o compartilhamento e coletividade a serviço da prosperidade energética do país”, ressalta o engenheiro Carlos Café.

 Momento Comunicação

Assessoria de imprensa da Academia Solar
Jornalista responsável: Alessandra Lopes

E-mail: alessandra@momentocomunicacao.com.br

Fone: (11) 98544.9448

 

Criada a AGESOLAR- Associação Gaúcha de Energia Solar

Na noite de, 15 de Dezembro, foi fundada a Associação Gaúcha de Energia Solar (AGESOLAR), entidade que tem como objetivo promover a potencialização da energia solar no Estado do Rio Grande do Sul. A AGESOLAR é composta por engenheiros, professores, arquitetos, representantes de empresas e de outras entidades do ramo de energia fotovoltaica.

Como parte das primeiras ações da entidade, o presidente da AGESOLAR, Rodrigo Correa, e o Prof. Ms. Lucas Bellinaso, membro do conselho técnico da associação, estiveram reunidos na tarde desta quarta-feira para uma videoconferência com o coordenador do grupo de certificação da ABGD (Associação Brasileira de Geração Distribuída), Carlos Felipe Faria( Café).

Durante o encontro foram tratados assuntos referentes ao termo de cooperação entre as duas entidades, certificação na área solar ( Programa QUALIFV) e os planos de implantação de treinamentos e pós-graduação no setor fotovoltaico.

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Comunidade consegue aquecer casas só com energia solar térmica

Ela é uma das comunidades solares mais populares do mundo, fica em Okotoks, em Alberta, no Canadá, e foi a primeira no mundo a conseguir satisfazer, na íntegra, as suas necessidades de aquecimento através da energia solar. A Drake Landing Solar Community acolhe 52 habitações com elevados níveis de eficiência energética e ligadas a uma rede de aquecimento urbano que funciona com energia solar térmica ( aquecimento solar).

Com o aproximar do Inverno, esta comunidade ambiciona repetir o feito de 2015/2016 e voltar a abastecer 100 % das suas necessidades de aquecimento ambiente através da energia solar térmica. Nos últimos dez anos, o desempenho do sistema tem  melhorado constantemente, com a fração solar ( parte da demanda de calor que é suprida somente pelo Sol) superando os 90 % no Inverno.

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Para funcionar, o sistema dispõe de um total de 800 coletores solares térmicos planos (2,45m x 1,18 m) instalados nas coberturas das garagens das habitações e conta com um sistema de armazenamento térmico sazonal subterrâneo (Borehole Thermal Energy Storage – BTES), no qual é possível reter o calor recolhido durante o Verão, para que seja usado no Inverno. É basicamente um grande, trocador de calor subterrâneo.

O sistema recorre a uma quantidade reduzida de eletricidade pois para cada kWh de eletricidade, o sistema fornece mais de 30 kWh de calor. A demanda de eletricidade usada para o bombeamento e circulação de água no sistema de aquecimento foi progressivamente diminuindo, tendo origem, desde 2011, numa instalação de painéis solares fotovoltaicos no local.

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A água aquecida pelos coletores solares e ao sair da central de armazenamento de água quente circula por tubulações plásticas subterrâneas devidamente isoladas  distribuindo o calor por toda a comunidade . A água quente que circula através desses tubos opera tipicamente a temperaturas que variam de  40 – 50 ° C.

Por mais eficaz que seja o sistema, este seria em vão se as habitações não fossem, também elas, construções eficientes. Nesse sentido, as moradias de Drake Land Solar Community respeitam as normas canadenses R-2000, com elevadas exigências de eficiência energética, contando com a certificação do programa Built GreenTM. Na prática, estas habitações são 30 % mais eficientes do que as convencionais, concebidas para minimizar o impacto da sua construção na paisagem e construídas com materiais locais.

O projeto arrancou em 2005, coordenado pela entidade estatal Natural Resources Canada e está em em operação desde 2007.

Adaptado: http://edificioseenergia.pt/pt/noticia/drake-land-solarcommunity1312

Estudo desenvolvido no CTC/PUC-Rio mostra as vantagens da adoção da energia solar para geração de eletricidade entre clientes de alta e média tensão

Tese de mestrado concluiu que a implementação da energia limpa é vantajosa economicamente tanto no custo da energia, quanto na instalação

Geração de energia limpa, retorno do investimento quando o equipamento ainda tem 70% de vida útil e redução significativa do custo com energia elétrica após alguns anos. Essa é a proposta do estudo “Análise da Inserção de Geração Solar Fotovoltaica em Grandes Consumidores do Rio de Janeiro”, defendido pelo aluno de Mestrado Profissional em Engenharia Urbana e Ambiental, o economista Pedro Comarella Nogueira, sob orientação do professor Reinaldo Castro Souza, do Departamento de Engenharia Elétrica do Centro Técnico Científico da PUC-Rio (CTC/PUC-Rio).

Tendo o prédio do Ministério da Fazenda, no Centro do Rio, como objeto do estudo, sua pesquisa confirmou que a economia com o uso de placas solares para a geração de energia pode chegar a aproximadamente 12%. Já o investimento inicial seria pago em torno de 7 anos e meio, considerando o melhor cenário possível, lembrando que as placas têm vida útil de 25 anos. “Se, com todas as restrições de sombra, confirmamos a economia e retorno do investimento, em grandes clientes como indústrias e empresas, a opção se torna ainda mais atraente”, reforça Prof. Reinaldo Castro Souza.

Pedro Nogueira focalizou sua tese de mestrado em clientes de média ou alta tensão no consumo elétrico, tais como indústrias, empresas e edifícios públicos, cuja curva de consumo coincide com a curva média de radiação solar. Os números brasileiros foram um estímulo ao estudo desenvolvido pelo economista: de acordo com a Agência Internacional para as Energias Renováveis, a eletricidade gerada por painéis solares é uma tendência que vem mostrando crescimento exponencial. Ela deve se tornar seis vezes maior até 2030, frente à redução do custo médio de produção, que pode chegar a 59% se comparada com seus concorrentes como gás natural e usinas de carvão. As previsões do Plano Decenal de Expansão de Energia com horizonte para 2024, elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética – EPE, seguem a mesma linha, estimando que 7 GW da expansão prevista do parque elétrico nesse período sejam exclusivamente provenientes de geração fotovoltaica.

Para o estudo, foi elaborado um projeto integral que contemplou a implantação de placas solares no prédio do Ministério da Fazenda e análise de 12 cenários econômicos diferentes, como a questão cambial (tendo como parâmetro o euro a R$ 4,50, taxas de inflação, taxas de desconto (ou taxa mínima de retorno exigida pelo investidor), adoção ou não de crédito para investimento inicial, entre outros, para confirmar a viabilidade da iniciativa. “Busquei avaliar o real potencial técnico do prédio em questão, visto que nem todos são candidatos ideais para receber os módulos. No caso específico do trabalho, realizamos a modelagem 3D da edificação e a verificação do caminho percorrido pelas sombras decorrentes dos próprios elementos construtivos da cobertura, como também dos edifícios relevantes em seu entorno”, explica Pedro.

E complementa: “O que considero, de fato, um entrave à massificação da adoção da fonte solar é a escassez de alternativas de crédito incentivadas. O acesso a produtos creditícios de baixo custo e que promovam o fomento da energia solar é ainda muito restrito e limitado. Novas estratégias como a possibilidade de utilização do FGTS para a compra dos módulos ou isenção de tributos incidentes sobre os mesmos também são bem-vindas”.

O orientador Prof. Reinaldo Castro Souza ressalta: “Após a recuperação do investimento inicial, a energia solar é praticamente gratuita e a economia se estenderá enquanto o sistema estiver em funcionamento”. Os impactos positivos da adoção de energia renovável foram observados de imediato. Em relação à questão ambiental, a conversão de energia solar não envolve emissão de gases do efeito estufa como dióxido de carbono, óxido de nitrogênio e mercúrio na atmosfera, produzindo energia limpa, sem contribuir para o aquecimento global, chuva ácida ou mistura de neblina e fumaça. Diferentemente de hidrelétricas e termoelétricas, a instalação de módulos de conversão de energia solar requer pouca intervenção humana e adaptações. Pedro destaca ainda que, por se tratar de um prédio muito antigo certamente existem inúmeras janelas de oportunidade para a redução de consumo, desperdício e busca por soluções internas mais eficientes que maximizariam os possíveis ganhos advindos da instalação fotovoltaica.

O Brasil, por ser um país tropical, torna viável a produção de energia solar em praticamente todo seu território. “Nosso país, sob um olhar estratégico, possui inúmeras dotações naturais oportunas para o aproveitamento solar, tendo por exemplo altos níveis de irradiação solar, variando entre 1.200 e 2.400kWh/m2/ano. Esses valores de irradiação solar incidente em grande parte do país superam os números encontrados em muitos países que investem e incentivam o uso da energia solar, como a Alemanha”, frisa Pedro.

Fonte: http://www.segs.com.br/

Políticas públicas para energia solar são discutidas em Goiás

Secretaria do Meio Ambiente (Secima), promoveu nesta quarta-feira, dia 7, uma reunião para discutir e avançar nas políticas públicas de Goiás para a geração e o consumo de energia solar. O Governo do Estado definiu a energia fotovoltaica como uma prioridade e a Secima agora trabalha na elaboração de um pacote de ações para compor o Programa Goiás Energias Sustentáveis.

Participaram da reunião o secretário Vilmar Rocha, o  presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia, a superintendente de energia da Secima, Danúsia Arantes, a superintendente de licenciamento, Gabriela De Val, diretores da Celg G&T e empresários do setor.

DSC_4480“Abrimos esse canal de diálogo e discussão porque queremos elaborar um programa com ideias e soluções ousadas, criativas e que coloquem Goiás na ponta”, explicou o secretário Vilmar Rocha. “O governador Marconi Perillo definiu que a energia solar é uma prioridade e nós estamos trabalhando para tornar Goiás uma referência para o País”, ressaltou.

Goiás foi um dos primeiros estados do Brasil, ao lado de São Paulo e Pernambuco, a isentar de ICMS a produção e consumo de energia de origem solar para micro e mini produtores e consumidores. Além disso, lembrou o secretário, o governo também já adotou a instalação de painéis fotovoltaicos nos conjuntos habitacionais feitos pela Agência Goiana de Habitação (Agehab) e trabalha para colocar painéis em prédios públicos como o Palácio Pedro Ludovico Teixeira, na Praça Cívica, em Goiânia.

Na pauta da reunião desta quarta, o secretário Vilmar Rocha levantou alguns aspectos que precisam ser debatidos para que hajam avanços no setor. Entre eles, a tributação, financiamentos, isenções fiscais e simplificações nos licenciamentos ambientais para a instalação de usinas solares no Estado. “Queremos integrar com o setor privado e definir qual será o papel do Governo de Goiás neste plano”, disse. “Temos de definir as políticas e as regras para, de fato, inserir a energia solar na matriz energética de Goiás”.

Potencial
O presidente da Absolar, Rodrigo Sauaia afirmou que a associação recebeu de forma “muito positiva o convite para participar das discussões e ajudar a levar Goiás para uma posição de destaque nacional”. Segundo ele, Goiás tem um enorme potencial de crescimento no setor e precisa explorar essa fonte de energia limpa e renovável. “Goiás é o 13º Estado no ranking de micro e pequena geração, mas, como é o Estado de melhor irradiação solar do Centro Oeste, há um potencial enorme ainda para se explorar”, explicou.

Sauaia ressaltou ainda que os aspectos levantados pelo secretário Vilmar Rocha são de fato fundamentais para o desenvolvimento da energia fotovoltaica em Goiás. “A Absolar tem discutido essas questões de isenção, tributação e financiamentos em todo o País e acreditamos que é possível pleitear, junto à Sudeco, uma linha de crédito específica para o setor, uma espécie de FCO Solar”, afirmou.

Em vários estados, o alto preço da energia elétrica e políticas de incentivos como a possibilidade de usar os recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) tem motivado a instalação de pequenos geradores de energia solar em residências. No Brasil, o número atual de pequenos geradores aumentou 40% na comparação com os cerca de 1,9 mil de dezembro de 2015, segundo a Absolar.
Apesar de a tecnologia ainda ter custo alto, dados da associação apontam que nos últimos dez anos o investimento ficou 80% mais barato. Hoje o preço médio de uma microusina é de aproximadamente R$ 20 mil, sendo que o sistema é capaz de abastecer uma residência, de quatro pessoas, que tenha um consumo médio mensal da energia próximo a 300 kw/h. O retorno do investimento se dá entre seis e nove anos

CURSO CAPACITA MULHERES DE PORTO ALEGRE PARA A INSTALAÇÃO DE PAINÉIS SOLARES

Os dias 2 e 3 de dezembro foram marcantes para 12 mulheres de Porto Alegre. Por meio de uma parceria da ONG Mulher em Construção, do Centro Social Marista Irmão Antonio Bortolini e da Young Energy, com apoio do Desafio Porto Alegre Resiliente, foi realizado o primeiro módulo do curso de instalação de Painéis Solares com foco no público feminino.

Desenvolvido na sede do Centro Social na Comunidade Santa Terezinha (antiga Vila dos Papeleiros), o curso foi ministrado de forma gratuita às mulheres e estruturado em dois módulos. No primeiro, elas receberam noções conceituais sobre energia solar, além de formação para questões técnicas e administrativas. O segundo, previsto ainda para dezembro, contará com as atividades práticas, que culminarão com a instalação de painéis solares na comunidade.

A partir do curso, que terá um total de aproximadamente 40 horas, as mulheres estarão aptas a realizar instalações residenciais e também fornecer os equipamentos necessários para o consumidor doméstico. Uma oportunidade para empreender, gerar renda e ainda contribuir para a redução das emissões de gases do efeito estufa. Entre as mulheres que participarão do curso estão moradoras da comunidade Santa Terezinha.

Energia solar

A Energia Solar Fotovoltaica é uma fonte de energia renovável obtida pela conversão da radiação solar em energia elétrica. Este método é capaz de gerar energia elétrica através das células fotovoltaicas, que tem como matéria prima o Silício, material capaz de transformar a radiação solar diretamente em energia elétrica através do chamado “efeito fotovoltaico”. E é um mercado em crescimento.

De acordo com estimativa da Agência Internacional para as Energias Renováveis (Irena), até 2030 a produção de energia por meio de painéis solares fotovoltaicos pode chegar a 13% da eletricidade gerada no mundo. Com a demanda crescente por esse tipo de energia, os custos para produção também estão caindo, o que gera um imenso mercado de oportunidades para a instalação residencial.

 

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Mulher em Construção

A Mulher em Construção é uma organização do terceiro setor que forma mulheres para o mercado da construção civil. A ONG foi criada a partir de um projeto piloto implementado em 2006, no município de Canoas (RS). A organização já ofereceu diversas oficinas e cursos, capacitando cerca de 4 mil mulheres nas especialidades de pedreiras, pintoras, azulejistas, ceramistas, eletricista e hidráulica.

 

Fonte:http://portoalegreresiliente.org/

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