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Abertura de novo modelo de negócio, novo mercado de trabalho, vantagens econômicas e benefícios ambientais são alguns dos benefícios com o crescimento exponencial do mercado de energia solar no estado de Mato Grosso.  Curso sobre a microgeração solar fotovoltaica tem inscrições abertas.

 A Academia Solar, empresa de soluções e serviços de engenharia e conhecimento, realizará entre os dias 31 de janeiro e 03 de fevereiro o curso de projetos de sistemas solares de microgeração fotovoltaica em Cuiabá. O Estado de Mato Grosso já ocupa a 14º posição no ranking da geração no Brasil, proporcionando uma economia anual aos consumidores da ordem de 2,5 milhões de reais. Com carga horária de 20 horas o curso é direcionado a engenheiros, arquitetos, profissionais da área de manutenção e instalação, entre outros interessados O objetivo é oferecer aos participantes, ferramentas, conceitos técnicos e comerciais necessários para elaboração de projetos, comercialização, instalação e manutenção de usinas solares. O curso acontecerá no Centro de sustentabilidade do SEBRAE Cuiabá – MT.

Para o Engº Carlos Faria, mais conhecido como Café, instrutor da Academia Solar, “este é o melhor momento para se estruturar a força de trabalho profissional do setor de energia solar que exigirá o emprego intensivo de mão de obra qualificada e criará muitas empresas novas e colaborativas em todo estado. É o momento do prossumidor, que são os produtores consumidores de energia e da geração distribuída, um dos pilares na nova revolução industrial em curso”.

A cidade de Cuiabá é a primeira a receber a RotaSolar 2017. Ao longo do ano a Academia Solar deve percorrer no mínimo 12 cidades no Brasil oferecendo o treinamento. O curso conta com o apoio das entidades Sebrae Sustentabilidade, Sinduscon MT e AEAM – Associação dos Engenheiros Ambientais do Mato Grosso e da ABGD-Assoc. Brasileira de Geração Distribuída.

 

Sobre o mercado de energia solar fotovoltaica no Mato Grosso

Desde 2012, quando entrou em vigor a Resolução Normativa (RN) 482/2012 da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), tem se aberto portas para a Geração Distribuída (GD) de energia no Brasil, o consumidor pode gerar sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis, e, fornecer o excedente para a rede de distribuição de sua localidade. Por meio da revisão da RN 687/2015 ampliaram-se as opções de geração solar por meio de usinas coletivas.

O Mato Grosso registra atualmente 120 unidades consumidoras que já possuem suas usinas solares instaladas, o que coloca o estado em 14º posição no país. A capacidade solar acumulada no estado é da ordem de 2240 kW ( quilowatts) que tem uma capacidade de produzir 3,5 milhões quilowatts hora de energia elétrica por ano, calcula Carlos Café.  Fazendo uma conta simples, se considerarmos que cada quilowatt hora custa R$ 0,70 centavos, no primeiro ano a economia financeira destes consumidores é maior que 2,5 milhões de reais.

Com uma manutenção de baixo custo, mas, que precisa ser qualificada, uma usina solar deverá durar pelo menos 25 anos produzindo energia limpa, o que já justifica o investimento na tecnologia. Se tornar um prossumidor de energia (termo usado para consumidores produtores de energia) é rentável, já pelo simples fato de uma usina solar se pagar com o que economiza, o que em geral acontece num período de 4 a 8 anos.

Apesar do mercado ser muito jovem, ele se comporta de forma exponencial, em menos de 05 anos devemos sair de pouco mais de 7.000 telhados solares no Brasil para mais de 1 milhão de telhados solares, finaliza Carlos Café.

Especialistas estimam que para atingir o potencial e a capacidade projetada pela Aneel serão necessários investimentos de 15 bilhões a 20 bilhões de reais – o que desperta e cria um novo e enorme mercado para negócios no setor.

 

Sobre o Curso

Como pensar, dimensionar, simular, instalar e cuidar de sistemas de energia solar fotovoltaica? Quais os resultados econômicos e ambientais de cada projeto? No curso, os alunos serão desafiados a compartilhar suas experiências construindo um conhecimento colaborativo em um novo mercado que cresce exponencialmente em todo planeta. A abordagem do curso é inovadora e baseada em temas importantes como projetar uma instalação de microgeração solar fotovoltaica conectada à rede e suas interações com planejamento e integração às diferentes edificações e instalações prediais. O curso tem por objetivo oferecer aos participantes ferramentas completas e conceitos técnicos e comerciais teóricos e práticos, necessárias para elaboração, precificação, instalação e manutenção de projetos de sistemas de micro geração solar fotovoltaica.

A adesão ao modelo de geração distribuída tem crescido exponencialmente nos últimos dois anos. As inovações tecnológicas e de negócios, bem como, as regulamentações serão abordadas sob vários aspectos como exigências técnicas, procedimento de ligação, compensação e normatização.

Ao final do curso, o participante receberá certificado reconhecido pelo mercado nacional. Os investimentos são da ordem de R$ 800,00 (oitocentos reais) e R$ 650,00 (seiscentos e cinquenta reais) para Estudantes e associados do Sinduscon e AEAM,  estes, mediante a aprovação após apresentação de comprovante que devem ser enviados à central de inscrições, que podem ser realizadas no site: http://studioequinocio.com.br/cursos/. A programação completa está disponível no mesmo link.

As inscrições para o curso já estão abertas e podem ser realizadas pelo link com formas de pagamento facilitadas:

Local: Centro de Sustentabilidade SEBRAE – Rua Cinco, 144

Centro Político Administrativo, Cuiabá

Data: 31/01//17 a 03/02/17 (terça a sexta)

Horários: 08h00 às 13h00

Mais informações sobre o curso, inscrições no e-mail [email protected] ou [email protected] e telefones/ WhatsApp (31) 98308-9623 / (11) 38533244 / (27)3025-1200

 

Academia Solar traz oportunidades e experiência

A Academia Solar atua no mercado de capacitação no Brasil há mais de 15 anos oferecendo e desenvolvendo conteúdos que se aprimoram com a evolução dos mercados de energia solar no Brasil.

O grande diferencial da Academia Solar é a conexão de pilares tecnológicos, de mercado e de engenharia em uma didática de ensino que permite aos alunos uma constante evolução técnica e conceitual. Contamos com um grupo de mais de 1000 alunos que se conectam em nossas redes sociais e compartilham experiências por todo país, comenta Café.

A Academia Solar faz parte do Grupo AEVO, formado por empresas coligadas se unindo ao Studio Equinócio, Agência Renova, Kane Solar, Northsol e FotonEnergia com atuação no Brasil, América Latina e Caribe oferecendo soluções e tecnologias inovadoras e colaborativas na área de energia renovável e eficiência energética. Possuem escritórios em Belo Horizonte, São Paulo, Vitória, Montes Claros e Rio de Janeiro.

O instrutor da Academia Solar, Carlos Café traz na bagagem experiência de 15 anos em projetos e instalações de energia solar no Brasil e Américas Latina e Central e é o atual diretor de Capacitação da ABGD, Assoc. Brasileira de Geração Distribuída.

A ABGD vem desenvolvendo em conjunto com outras entidades do Brasil um amplo programa de certificação de profissionais do setor solar fotovoltaico o que criará uma base ainda mais sólida para o crescimento exponencial dos telhados solares no Brasil, comenta Café.

 Como funciona o mercado de energia solar fotovoltaica?

Quando da utilização da microgeração de energia elétrica, a quantidade de energia gerada por um cidadão ou empresa em determinado mês for superior à consumida naquele período, o consumidor ficará com créditos que podem ser utilizados para diminuir a fatura dos meses seguintes, e, a validade para o uso é de 5 anos.

Os créditos de energia gerados pelos prossumidores podem ser usados também para abater o consumo de unidades consumidoras do mesmo titular situadas em outro local, desde que, na área de atendimento de uma mesma distribuidora, está prática é chamado de “autoconsumo remoto”.

Uma das inovações possíveis diz respeito à possibilidade de instalação de geração distribuída em condomínios de edifícios com vários consumidores, pois, agora a energia gerada poderá ser repartida entre os moradores em porcentagens definidas pelos próprios consumidores.

Ainda, mais inovadora, é a proposta que cria a figura da “geração compartilhada”, possibilitando que diversos interessados se unam em um consórcio, associação, empresa ou em uma cooperativa e instalem uma usina solar de micro ou mini geração distribuída e utilizem a energia gerada para redução das faturas dos consorciados ou cooperados. “Este modelo nós chamamos popularmente de usinas solares coletivas e permitirá a união de famílias, amigos e cooperados investirem nas suas próprias usinas solares comunitárias. É o momento ideal para o compartilhamento e coletividade a serviço da prosperidade energética do país”, ressalta o engenheiro Carlos Café.

 Momento Comunicação

Assessoria de imprensa da Academia Solar
Jornalista responsável: Alessandra Lopes

E-mail: [email protected]

Fone: (11) 98544.9448

 

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