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Governo anuncia linha de crédito para o Goiás Solar

Em visita à Tecnoshow 2017, o governador Marconi Perillo anunciou uma linha de crédito do Banco do Brasil para financiar o Programa Goiás Solar, e destacou que o Governo do Estado, por meio da Celg GT, disponibiliza R$ 50 milhões para financiar projetos de energia solar no Estado.

Marconi citou o exemplo de um produtor rural que gastava R$ 16 mil por mês com a tarifa de energia elétrica e, após investir em energia solar, seu custo mensal caiu para R$ 460,00.

Lançado em fevereiro deste ano, o programa Goiás Solar é parte do esforço do governo para a elaboração de políticas públicas e adoção de medidas que incentivem o consumo e a geração de energias limpas e renováveis, especialmente a solar, valorizando os recursos naturais estratégicos para o crescimento sustentável da economia goiana, o desenvolvimento de novos negócios, a geração de empregos, a preservação ambiental e o incentivo da cadeia produtiva. O programa é executado pela Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos (Secima).

O titular a Secima, Vilmar Rocha, ao responder ao questionamento do presidente da Coopertiva Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano (Comigo), Antônio Chavaglia, a respeito da desoneração dos equipamentos necessários para a produção de energia solar, disse que “o Governo de Goiás já enviou para a Assembleia Legislativa projeto de isenção de ICMS para a aquisição de equipamentos da área de energia solar”, além da assinatura de acordo de cooperação com o Banco do Brasil. “Goiás será referência no País na produção de energia renovável, assim como acontece em países como os Estados Unidos, Japão, Alemanha e China, nos quais 10% da energia consumida é solar, graças à visão moderna do governador Marconi Perillo”, observou Vilmar.

Programa Goiás Solar

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O Programa Goiás Solar é parte do esforço do Governo do Estado de Goiás, por meio da SECIMA, para a elaboração de Políticas Públicas e adoção de medidas promotoras do desenvolvimento da energia solar fotovoltaica em Goiás e as demais fontes renováveis, valorizando os recursos naturais estratégicos para o crescimento da economia goiana, o desenvolvimento de novos negócios, empregos diretos e de qualidade com responsabilidade e incentivo da cadeia produtiva.

Propõe capilarizar o Programa Goiás Solar, para todas as regiões do estado, fomentando o uso de energia solar fotovoltaica em áreas urbanas e rurais, aumentando a participação da energia solar fotovoltaica na matriz elétrica do Estado, trazendo maior segurança energética e diversificação no atendimento à população e empresas da região, bem como contribuindo para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos;

Prevê como pontos estratégicos a atenção às questões de tributação, financiamento, desburocratização, desenvolvimento da cadeia produtiva, educação e comunicação, com foco no alinhamento entre política de estado e municípios.

O programa atende aos interesses dos segmentos públicos, privado, universidade e sociedade com foco em energias de fontes renováveis.

Saiba Mais

http://www.goiasagora.go.gov.br/marconi-anuncia-linha-de-credito-para-o-goias-solar-na-tecnoshow/

http://www.secima.go.gov.br/post/ver/219145/programa-goias-solar

Oportunidades em Energia Solar Fotovoltaica chega a Aracaju

rotasolar20'7Abertura de novo modelo de negócio, um novo mercado de trabalho, vantagens econômicas, além de, vantagens ambientais são alguns dos benefícios com o crescimento exponencial do mercado de energia solar no estado de Sergipe.  Curso sobre a sistemas solares fotovoltaicos tem inscrições abertas.

 

A Academia Solar, empresa de soluções, serviços de engenharia e conhecimento, realizará entre os dias 20 e 24 de março o curso de projetos de sistemas solares fotovoltaicos em Aracaju. No Estado apenas 21 consumidores geram a própria energia elétrica com o uso dos painéis solares, e, no Brasil cerca de 8300 consumidores estão à frente, e geram a própria energia. Com estes números, Sergipe tem mais usinas solares apenas que os estados do Acre e Amazonas, mas este cenário mudará com o tempo.

Com uma carga horária de 25 horas o curso é direcionado a engenheiros, arquitetos, profissionais da área de manutenção e instalação, entre outros interessados. O objetivo é oferecer aos participantes, ferramentas de trabalho e conceitos de dimensionamento, projetos, instalação e manutenção de sistemas de energia solar fotovoltaica. O curso acontecerá no Sebrae-SE à Av. Tancredo Neves, 5500 –  América.

Para o Engº Carlos Faria, mais conhecido como Café, instrutor da Academia Solar, “este é o melhor momento para se estruturar a força de trabalho profissional do setor de energia solar em Sergipe, que em breve, exigirá o emprego intensivo de mão de obra qualificada, e criará novas empresas e colaborativas em todo Estado. É o momento do prossumidor, que são os produtores consumidores de energia e da geração distribuída, um dos pilares na nova revolução industrial em curso”.

O curso conta com o apoio de renomadas entidades do Estado como o SEBRAE, FIES(Federação das Indústrias do Estado de Sergipe), CREA(Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Sergipe), SINDUSCON, SECONCI(Serviço Social da Indústria da Construção de Sergipe), ASEOPPs (Associação Sergipana dos Empresários de Obras Públicas e Privadas) e da ABGD-Assoc. Brasileira de Geração Distribuída.

A cidade de Aracaju é a segunda a receber a RotaSolar 2017. A primeira foi Cuiabá. Ao longo do ano a Academia Solar deve percorrer ainda no mínimo mais 12 cidades no Brasil oferecendo o treinamento.

 Sobre o mercado de energia solar fotovoltaica em Sergipe

Desde 2012, quando entrou em vigor a Resolução Normativa (RN) 482/2012 da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), tem se aberto portas para a Geração Distribuída (GD) de energia no Brasil, o consumidor pode gerar sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis, e, fornecer o excedente para a rede de distribuição de sua localidade. Por meio da revisão da RN 687/2015 ampliaram-se as opções de geração solar por meio de usinas coletivas.

Sergipe registra atualmente 21 unidades consumidoras que já possuem suas usinas solares instaladas. A capacidade solar acumulada no Estado é da ordem de 150 kW ( quilowatts) com produção de 240 mil quilowatts/hora de energia elétrica por ano, calcula Carlos Café.  Fazendo uma conta simples, se considerado que cada quilowatt hora custa R$ 0,70 centavos, no primeiro ano de uso a economia financeira gerada destes consumidores será maior que 165 mil reais.

Com uma manutenção de baixo custo, mas, que precisa ser qualificada, uma usina solar deverá durar pelo menos 25 anos produzindo energia limpa, o que já justifica o investimento na tecnologia. Se tornar um prossumidor de energia (termo usado para consumidores produtores de energia) é rentável, já pelo simples fato de uma usina solar se pagar com o que economiza, o que em geral acontece num período de 4 a 8 anos.

Apesar do mercado ser muito jovem, ele se comporta de forma exponencial, em menos de 05 anos o setor deve sair de pouco mais de 8.300 telhados solares no Brasil para mais de 1 milhão de telhados solares, finaliza Carlos Café.

Especialistas estimam que para atingir o potencial e a capacidade projetada pela Aneel serão necessários investimentos de 15 bilhões a 20 bilhões de reais – o que desperta e cria um novo e enorme mercado para negócios no setor.

 

Sobre o Curso

Como pensar, dimensionar, simular, instalar e cuidar de sistemas de energia solar fotovoltaica? Quais os resultados econômicos e ambientais de cada projeto? No curso, os alunos serão desafiados a compartilhar suas experiências construindo um conhecimento colaborativo em um novo mercado que cresce exponencialmente em todo planeta. A abordagem do curso é inovadora e baseada em temas importantes como projetar uma instalação de microgeração solar fotovoltaica conectada à rede e suas interações com planejamento e integração às diferentes edificações e instalações prediais. O curso tem por objetivo oferecer aos participantes ferramentas completas e conceitos técnicos e comerciais teóricos e práticos, necessárias para elaboração, precificação, instalação e manutenção de projetos de sistemas de micro geração solar fotovoltaica.

 

A adesão ao modelo de geração distribuída tem crescido exponencialmente nos últimos dois anos. As inovações tecnológicas e de negócios, bem como, as regulamentações serão abordadas sob vários aspectos como exigências técnicas, procedimento de ligação, compensação e normatização.

Ao final do curso, o participante receberá certificado reconhecido pelo mercado nacional. Os investimentos são da ordem de R$ 800,00 (oitocentos reais) e R$ 650,00 (seiscentos e cinquenta reais) para Estudantes e associados SEBRAE, FIES(Federação das Indústrias do Estado de Sergipe), CREA(Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Sergipe), SINDUSCON, SECONCI(Serviço Social da Indústria da Construção de Sergipe), ASEOPPs (Associação Sergipana dos Empresários de Obras Públicas e Privadas) e da ABGD-Assoc. Brasileira de Geração Distribuída,  estes, mediante a aprovação após apresentação de comprovante que devem ser enviados à central de inscrições, que podem ser realizadas no site: http://studioequinocio.com.br/cursos/.

A programação completa está disponível no mesmo link.

As inscrições para o curso já estão abertas e podem ser realizadas pelo link com formas de pagamento facilitadas:

Local: SEBRAE – Av. Tancredo Neves, 5500 / América.

Data: 20/03//17 a 24/03/17 (segunda a sexta)

Horários: 08h00 às 13h00

Mais informações sobre o curso, inscrições no e-mail [email protected] ou [email protected] e telefones/ WhatsApp (31) 98308-9623 / (11) 38533244 / (27)3025-1200

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Academia Solar traz oportunidades e experiência

A Academia Solar atua no mercado de capacitação no Brasil há mais de 15 anos oferecendo e desenvolvendo conteúdos que se aprimoram com a evolução dos mercados de energia solar no Brasil.

O grande diferencial da Academia Solar é a conexão de pilares tecnológicos, de mercado e de engenharia em uma didática de ensino que permite aos alunos uma constante evolução técnica e conceitual. Contamos com um grupo de mais de 1000 alunos que se conectam em nossas redes sociais e compartilham experiências por todo país, comenta Café.

A Academia Solar faz parte do Grupo AEVO, formado por empresas coligadas se unindo ao Studio Equinócio, Agência Renova, Kane Solar, Northsol e FotonEnergia com atuação no Brasil, América Latina e Caribe oferecendo soluções e tecnologias inovadoras e colaborativas na área de energia renovável e eficiência energética. Possuem escritórios em Belo Horizonte, São Paulo, Vitória, Montes Claros e Rio de Janeiro.

O instrutor da Academia Solar, Carlos Café traz na bagagem experiência de 15 anos em projetos e instalações de energia solar no Brasil e Américas Latina e Central e é o atual diretor de Capacitação da ABGD, Assoc. Brasileira de Geração Distribuída.

A ABGD vem desenvolvendo em conjunto com outras entidades do Brasil um amplo programa de certificação de profissionais do setor solar fotovoltaico o que criará uma base ainda mais sólida para o crescimento exponencial dos telhados solares no Brasil, comenta Café.

 

Como funciona o mercado de energia solar fotovoltaica?

Quando da utilização da microgeração de energia elétrica, a quantidade de energia gerada por um cidadão ou empresa em determinado mês for superior à consumida naquele período, o consumidor ficará com créditos que podem ser utilizados para diminuir a fatura dos meses seguintes, e, a validade para o uso é de 5 anos.

Os créditos de energia gerados pelos prossumidores podem ser usados também para abater o consumo de unidades consumidoras do mesmo titular situadas em outro local, desde que, na área de atendimento de uma mesma distribuidora, está prática é chamado de “autoconsumo remoto”.

Uma das inovações possíveis diz respeito à possibilidade de instalação de geração distribuída em condomínios de edifícios com vários consumidores, pois, agora a energia gerada poderá ser repartida entre os moradores em porcentagens definidas pelos próprios consumidores.

Ainda, mais inovadora, é a proposta que cria a figura da “geração compartilhada”, possibilitando que diversos interessados se unam em um consórcio, associação, empresa ou em uma cooperativa e instalem uma usina solar de micro ou mini geração distribuída e utilizem a energia gerada para redução das faturas dos consorciados ou cooperados. “Este modelo nós chamamos popularmente de usinas solares coletivas e permitirá a união de famílias, amigos e cooperados investirem nas suas próprias usinas solares comunitárias. É o momento ideal para o compartilhamento e coletividade a serviço da prosperidade energética do país”, ressalta o engenheiro Carlos Café.

 

Momento Comunicação

Assessoria de imprensa da Academia Solar
Jornalista responsável: Alessandra Lopes

E-mail: [email protected]

Fone: (11) 98544.9448

 

O mercado doméstico de energia solar combinado com baterias de armazenamento cresceu mais de 1000% em 2016 na Austrália

A evolução do mercado solar combinado com baterias vem surpreendendo em alguns mercados do mundo.

A combinação dos painéis solares com baterias de armazenamento de energia nas residências Austrália registrou  um aumento de mais de 1000% por cento no número de instalações de 2015 a 2016, de acordo com um novo relatório publicado pela consultoria SunWiz.

Segundo o relatório cerca de 6.750 baterias foram instaladas em residências de famílias australianas, em comparação com apenas 500 no ano anterior. Assumindo que o sistema de armazenamento de bateria tem uma capacidade média em torno de 7.7kWh para permitir auto-consumo significativo de energia solar, isso equivale a mais de 50GWh de sistemas de armazenamento de energia instalados.

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Foto: Michael McGarvie e sua esposa instalaram um sistema de bateria de carbono-gel em sua casa no leste de Melbourne este ano.

O relatório aponta que a explosão deste mercado se deveu a uma “queda significativa” nos preços das baterias nos últimos anos. No total, cerca de 5% dos novos sistemas solares fotovoltaicos instalados na Austrália tinham armazenamento de bateria incluído e as previsões indicam que o maior volume de instalações continuará neste ano esperando-se um aumento de três ou quatro vezes mais.

Devido aos altos preços da eletricidade na Austrália e às longas horas de bom sol, o potencial econômico do armazenamento de energia por meio de baterias tem sido promovido mas de fato outros bons motivos podem justificar o uso das baterias: minimizar ou reduzir a zero a energia injetada na rede das distribuidoras de energia ( principalmente quando há taxas, impostos e políticas de compra e venda de energia que não privilegiem a injeção da mesma na rede) o que significa que os consumidores também podem comprar e armazenar energia da rede quando é mais barato, para usar quando o preço é alto. Um outro ponto importante é a oferta de serviços ancilares ou auxiliares à rede como o fornecimento de reservas de potência ativa e suporte de reativos, o desejo inerente de independência dos consumidores, dentre outros.

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Foto: Melissa Turner e Alan Jones, de Newport, foram os primeiros a usarem as baterias da Tesla.

A mentora do relatório usou seu software de modelagem e descobriu que um sistema instalado em Adelaide poderia chegar ao retorno financeiro em apenas sete anos, baseado em um sistema fotovoltaico de 5kW acoplado a um sistema de armazenamento de energia com capacidade de 13kWh. Isso se baseia no fato de que esse domicílio é um consumidor relativamente alto de energia a uma taxa de 25kWh por dia, com os ocupantes capazes de atender a 88% de suas necessidades energéticas no local, reduzir a exportação solar em 75% e reduzir a potência extraída da rede em 72 %.

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Foto: Peter Thorne, incluiu quatro baterias enphase AC de 1,2kWh, que armazenarão o excesso de energia solar gerada pelo sistema fotovoltaico  de 5 kW existente no telhado da casa.

É esperar pra ver o que acontecerá no Brasil pois as baterias já estão chegando e vários motivos vão despertar seu uso aqui. Nosso time já instalou no Brasil sistemas conectados à rede com baterias de backup para validar as várias possibilidades e os resultados começam a aparecer, diz Carlos Café do Studio Equinócio.

 

Quero saber mais:

http://www.abc.net.au/news/2015-10-21/home-battery-storage-to-revolutionise-solar-industry/6870444

https://www.gizmodo.com.au/2016/07/teslas-powerwall-and-solar-panels-can-save-you-money-but-only-in-very-specific-circumstances/

 

 

 

 

 

 

 

 

“Marilândia” ofertará em 03 anos incríveis 192.000 kW em projetos solares comunitários

Várias cidades do estado norte americano de Maryland (Marilândia em Português) já podem comemorar, pois a energia solar está ainda mais acessível e muitas oportunidades surgirão para fornecer aos cidadãos as energias solares que desejam.

A Comissão de Serviço Público de Maryland (PSC) finalizou recentemente as regras para a criação de um programa piloto de três anos que criará usinas solares comunitárias que irão incentivar a instalação de 192,1 MW de painéis solares.

O sol brilha em toda parte em Maryland mas muito poucos podiam usufruir de todas as suas vantagens mas os projetos de comunidades solares tornam possível para qualquer pessoa com uma fatura de energia elétrica acessar a energia solar, mesmo que eles não possam colocar os painéis solares sobre os telhados onde vivem devido à sombra, pouco espaço, etc.  A usina solar comunitária partilhada significa que o seu sistema de energia solar pode ser instalado em algum outro lugar da comunidade (em um campo, em um prédio, em um estacionamento, em uma fazenda, um galpão e muito mais) e este local pode fornecer os benefícios da eletricidade solar para assinantes participantes da usina comunitária. Tudo que o consumidor precisa é selecionar a usina solar que quer participar e comprar suas cotas.

Quais os benefícios das comunidades Solares?

Inscrever-se para participar de um projeto de energia solar da comunidade significa comprar energia solar limpa e renovável, bem como reduzir o custo de sua eletricidade. O valor da energia solar que você compra será creditado em sua conta de energia elétrica.  Ainda mais legal é que você pode ter uma escolha de projetos disponíveis na região onde você mora e estes projetos trazem outros benefícios se você escolher projetos de forma inteligente: criam empregos locais na comunidade, geram renda para organizações locais, democratizam sua opção de compra de energia elétrica e muito mais.

COMUNIDADES SOLARES

Sob as novas regras, as empresas solares e distribuidoras dispõem de 15 dias para publicar as cotas ou tarifas que serão praticadas da comunidade solar e determinar uma data de início para o processo de solicitação e os projetos serão aceitos com base no primeiro que chegar será o primeiro a ser servido.

A regulamentação tomou o cuidado de limitar a capacidade dos projetos classificados para o primeiro ano de modo que a implantação das comunidades solares ocorra durante os três anos citando claramente  as preocupações de que tal plano de liberar potências muito grandes das usinas solares poderia limitar a diversidade de projetos apresentados, cuidado importante num ambiente no qual deve prevalecer a economia compartilhada e a oportunidade para que várias empresas participem dos projetos em todas suas etapas, desde os projetos, instalação, comissionamento, operação e gestão da energia.

O novo programa das comunidades solares oferece uma grande oportunidade para expandir o mercado solar, trazendo energia limpa, empregos e poupança solar para os moradores de Maryland que está agora posicionada para se tornar um dos cinco maiores mercados solares comunitários dos Estados Unidos.

Quer saber mais:

http://www.theenergycollective.com/oursolarcommunity/2394342/a-few-highlights-from-the-new-maryland-community-solar-program

https://pv-magazine-usa.com/2017/02/17/maryland-greenlights-192-1-mw-in-community-solar-projects/

http://www.mdsun.org/community-solar/

Governo regulamenta licenciamento ambiental para uso da energia solar no Paraná

O Governo do Paraná definiu as regras para o licenciamento de uso de energia solar no estado. A portaria foi assinada pelo presidente do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Luiz Tarcísio Mossato Pinto, na terça-feira (7).

Com a regulamentação, segundo o IAP, ficam estabelecidos os procedimentos para o licenciamento ambiental de empreendimentos de geração de energia elétrica por meio de fonte solar para sistemas helitérmicos e fotovoltaicos.

A portaria considera a geração distribuída, microgeração distribuída, minigeração distribuída, usinas com capacidade de produção acima de cinco magawatts, empreendimentos com múltiplas unidades consumidor, geração compartilhada e autoconsumo remoto.

“Havia uma solicitação muito grande do setor produtivo do estado para que a gente fizesse esse trabalho e, a partir de hoje, torna-se viável o licenciamento ambiental para essas atividades. A portaria permite, por exemplo, que produtores rurais possam instalar esses equipamentos para geração de energia solar e suprir uma possível falta de energia além de também a própria Copel poderá receber o excedente de energia”, explica o presidente do IAP.

Os empreendimentos de até 1 MW (megawatt) estão dispensados de estudos e de licenciamento ambiental – casas, em geral, têm consumo bem inferior a isso. De 1 MW a 5 MW, é necessário apresentar um memorial descritivo para a autorização ambiental ou dispensa de licenciamento ambiental.

Já os empreendimentos com potência entre 5 MW e 10 MW, o relatório ambiental simplificado é exigido para a emissão das licenças prévias, de instalação e de operação, de acordo com a etapa da obra. A partir de 10 MW, são necessários o estudo de impacto ambiental e o relatório de impacto ambiental (EIA/RIMA) para a emissão das licenças correspondentes.

De acordo com o presidente, a minuta da portaria foi elaborada por técnicos do IAP e depois submetida ao grupo técnico formado por pessoas do Programa Oeste em Desenvolvimento. “Como a demanda também é da região, existe uma Câmara Técnica criada dentro do Programa que discutiu a questão. Por isso, determinamos a participação de técnicos do IAP para a criação da portaria bem fundamentada”, explicou Pinto.

Regulamentação
Os licenciamentos e estudos necessários para os empreendimentos variam de acordo com a potência energética, levando em consideração que os empreendimentos de energia solar têm baixo potencial poluidor.

De acordo com o IAP, a portaria foi instaurada a partir de resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Cema), da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema), da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e portarias anteriores do IAP.

“É importante ressaltar que esses licenciamentos citados na portaria são para empreendimentos sem supressão florestal e fora de áreas de ocorrência de espécies ameaçadas de extinção e de proteção integral de unidades de conservação. Caso o empreendimento se enquadre em uma dessas áreas ou precise realizar supressão florestal, serão exigidas outras autorizações e pareceres específicos”, afirma a diretora de Licenciamentos Especiais do IAP, Edilaine Vieira.

 

Fonte: http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2017/02/governo-regulamenta-licenciamento-para-uso-da-energia-solar-no-parana.html

Evento- Conferência americana de energia solar tem como tema a construção de uma comunidade de energia 100% renovável.

A Sociedade Americana de Energia Solar (ASES) se uniu com o Departamento de Energia dos Estados Unidos e à competição Solar Decathlon para um evento extraordinário de duas semanas que acontecerá  em Denver, Colorado, entre  5 e 15 de outubro de 2017.  A  46 ª conferência anual ASES: Construindo uma Comunidade de Energia 100% Renovável “. será realizada na Universidade do Colorado, Denver, entre os dias  9 e 12 de outubro, entre os fins de semana dos dias públicos do Solar Decathlon 2017.

O Solar Decathlon desafia equipes colegiais para projetar e construir em tamanho natural,  casas movidas a energia solar.O vencedor da competição é a equipe que melhor combina excelência em design e produção de energia inteligente com inovação, apelo de mercado e eficiência de energia e água.

Além da SOLAR 2017, a ASES está trabalhando com a equipe de organização do Solar Decathlon para maximizar o interesse pela energia solar através da sustentabilidade e oficinas e festivais educacionais.

Maiores informações no link: http://solar2017.org/

O mercado norte americano de usinas solares comunitárias superará 400MW em 2017 e promete uma revolução em todo o mundo

Relatório aponta que até 2019 haverá 500 megawatts de projetos comunitários de energia solar instalados a cada ano nos estados americanos.

Segundo o último relatório solar da GTM Research, 410 megawatts de energia solar comunitária serão instalados nos EUA em 2017. O relatório intitulado U.S. Community Solar Outlook 2017, descreve as usinas solares comunitárias como uma oferta cada vez mais atraente para empresas inovadoras e para as próprias distribuidoras de energia à medida que este tipo de projeto começa a ir muito além dos projetos piloto que já comprovaram a viabilidade da solução.

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Em 2016 o mercado americano de usinas solares comunitárias e ou compartilhadas atingiu a marca de 200 megawatts, apesar de algumas “oportunidades de crescimento perdidas” causadas por atrasos regulatórios e legislativos.

A energia solar compartilhada comunitária ganhou uma posição no mercado dos EUA durante os últimos cinco anos e seu crescimento não mostra sinais de abrandamento. Em 2010, existiam apenas dois projetos solares compartilhados mas hoje já são mais de 150 programas em funcionamento ou em desenvolvimento no país.Com quase 3 gigawatts de energia solar comunitária em desenvolvimento, as comunidades solares estão no trajeto para transformar-se um mercado anual de 500 megawatt a partir de 2019.

A origem das comunidades solares compartilhadas tem muito a ver com consumidores que não tem acesso à energia solar hoje: “infelizmente, a energia solar ainda é inacessível a vastos mercados não alcançados que é o que podemos chamar de “ o sem telhados”, ou seja cidadãos e empresas que não tem área disponível para gerar sua própria energia nos seus telhados, não tem recurso para gerar a própria energia de forma individual, edificações com muitas sombras dentre outras limitações, comenta o Eng.Carlos Café, diretor do Studio Equinócio empresa que vem desenvolvendo projetos de comunidades solares no Brasil.

Os “sem telhados” estão presentes em vários países e por isso mesmo as comunidades solares fazem sentido da mesma forma que  no Brasil. Por exemplo, nos EUA, O National Renewable Energy Laboratory (NREL) estima que apenas 27% dos telhados residenciais americanos são capazes de hospedar um sistema solar devido a desafios estruturais, sombreamentos ou até mesmo “questões relativas à propriedade dos imóveis” – principalmente famílias que alugam suas moradias e não pode instalar painéis solares sem um consentimento de um terceira parte.

Felizmente tudo indica que o acesso à energia solar está cada vez mais democrático, distribuído e organizado em comunidades solares independentes. Novos modelos estão surgindo para complementar e preencher lacunas neste mercado.

As comunidades solares podem ser definidas então como “um sistema de energia solar que fornece energia e ou benefícios financeiros de economia de energia para vários membros da comunidade e se apresenta como uma oportunidade única para levar o acesso solar para as massas, finaliza Café.

Produtor de frangos instala energia solar em aviário para economia de energia

Energia solar é solução viável para redução dos custos de energia em aviários.

Há dois anos atrás, a energia elétrica era o terceiro custo na escala de grandeza na criação de frangos de corte, ficando em primeiro a mão de obra e em segundo o aquecimento mas este cenário mudou. Atualmente a energia passou a ser o maior custo, ultrapassando até a mão de obra das granjas e é aí que entra a energia solar como uma ótima solução para aviários por todo mundo e aqui no Brasil. Empresários já começam a entender as possibilidades de se tornarem prossumidores ( produtores e consumidores) da própria energia elétrica instalando usinas solares conectadas às redes de energia elétrica ou usinas isoladas, comenta Café, engenheiro do Studio Equinócio.

Na Austrália achamos um caso interessante: alguns agricultores preocupados com o aumento dos preços de energia estão usando avanços em energia solar para tirar seus negócios fora da rede (offgrid) elétrica, e dizem que estão motivados tanto pela economia quanto pela preocupação ambiental.

Uma fazenda de frango de corte no oeste de Victoria tornou-se a mais recente a usar energia solar e se tornar independente da rede de energia.

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FOTO: Fazendeiro Craig Henderson está na frente de seu galpão de frangos de corte alimentado por energia solar. Ele diz que tirar sua fazenda da grade faz bom sentido financeiro para sua família. (ABC Rural: Jess Davis)

O local da construção dos dois novos galpões do aviário que abriga 44.000 frangos por galpão, estavam a uma distância de 15 quilômetros fonte de energia elétrica mais próxima e os custos de conexão à rede foram estimados em mais de  US$ 1 milhão. Com isso a opção foi instalar painéis solares com uma potência total de 100 kilowatts e um sistema de armazenamento de baterias.

Até o momento o investimento nas usinas solares foi da ordem de US $ 250.000 e o plano é expandir para uma planta solar de 300 quilowatts de capacidade para novos galpões.

Henderson acredita que sua fazenda de frangos de corte é a primeira a ficar completamente solar e totalmente fora da rede, mas diz que se tornará mais comum no futuro à medida que o custo da energia elétrica subir. Com os avanços nas tecnologias de baterias, cada vez consumidores poderão optar em gerar toda sua energia com o Sol e serem totalmente independentes das redes.

É preciso tornar ainda mais acessíveis outras fontes de energia como a solar, eólica e biomassa para que o setor avícola não fique totalmente dependente da energia elétrica convencional. A palavra de ordem é conservação e racionalização de energia e a avicultura já pode buscar a energia solar para reduzir o consumo de energia elétrica, comenta Carlos Café, diretor do Studio Equinócio-grupoAEVO.

Canadian Solar e EDF iniciam obras de usinas solares em Minas Gerais

SÃO PAULO (Reuters) – A Canadian Solar iniciou a entrega de módulos solares para um complexo de usinas fotovoltaicas que está sendo construído em conjunto com a francesa EDF em Minas Gerais, disse à Reuters um diretor da companhia canadense.

A EDF comprou 80 por cento do empreendimento em outubro passado, e a Canadian, que manteve uma fatia minoritária nas usinas, será a fornecedora dos painéis solares, que estão sendo fabricados em uma unidade da empresa inaugurada recentemente em Sorocaba, interior de São Paulo.

“Já entregamos mais de 40 megawatts (em painéis) na obra”, disse à Reuters o diretor de vendas da Canadian Solar para a América Latina, Hugo Albuquerque.

O complexo de usinas deverá ter capacidade instalada de 191,5 MW.

O executivo disse também que a fábrica de montagem de painéis da companhia, com capacidade de cerca de 350 megawatts por ano, está totalmente ocupada até junho deste ano.

“De junho a dezembro, diria que a gente ainda tem disponível para vender esse ano de 80 a 90 megawatts… a gente deve estar em fase final de assinatura de contrato nos próximos meses”, disse Albuquerque.

A Canadian Solar é a única grande fabricante global de painéis solares a estabelecer uma unidade no Brasil até o momento, atraída por um programa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que prevê financiar até 80 por cento de usinas solares com conteúdo local.

A chinesa BYD chegou a anunciar que também implementaria uma fábrica no Brasil, mas a empresa ainda não consta do cadastro de fornecedores aprovados pelo BNDES. Procurada, a BYD não retornou pedidos de comentário.

O BNDES estuda mudar exigências de nacionalização de equipamentos solares que entrariam em vigor em 2018 e 2020, devido à dificuldade que tem sido enfrentada para atrair mais fabricantes de painéis fotovoltaicos para o Brasil, segundo reportagem da Reuters na sexta-feira.

CONFIANÇA NO BRASIL

Segundo Albuquerque, a Canadian Solar foi surpreendida com o cancelamento pelo governo, no final do ano passado, de um leilão agendado para dezembro que contrataria novas usinas solares e eólicas.

Na época, o Ministério de Minas e Energia disse que uma situação de sobra estrutural de energia elétrica devido à queda do consumo com a crise tornou a licitação inviável.

“Ninguém esperava uma decisão dessa…mas a Canadian entende o momento que o Brasil passa e respeita. A gente respeita e reitera nosso investimento no Brasil. Acreditamos que em curto prazo devem ser retomados os investimentos em renováveis”, disse o diretor.

(Por Luciano Costa)

 

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